Temos aqui o manual de agricultura urbana de grande valor e conhecimento. Compartilhe.
Este Blog foi criado para divulagar as experiências educacionais na implementação de uma Agrofloresta no Colégio Professora Alcina Rodrigues Lima. Em Itaipu, Niterói - RJ. Estamos abertos a trocas de idéias críticas e sugestões. agroecologiaceparl@gmail.com (COPYLEFT - É livre a reprodução para fins não comerciais, desde que o autor e a fonte sejam citados e esta nota seja incluída)
domingo, 2 de setembro de 2018
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Retomando os Trabalhos
Durante os últimos anos me dediquei a outras atividades da vida profissional. Entre elas a ardua tarefa da organização política da minha categoria. Foram longas e duras lutas por parcas melhoras salariais e de condições de trabalho. Em contraponto, a sempre presente tarefa de resistência a precarização da educação pública. Como esses ataques acontecem de várias formas nunca estamos completamente confortáveis em nossa posição de educadores. Lamentável que seja assim.
Contudo, ao longo desse hiato entre as postagens nesse espaço virtual, ocorreram alguns mutirões e trabalhos na agrofloresta. Mais do que nunca a Agrofloresta do CEPARL está forte e vigorosa. Foi especialmente gratificante receber um visitante estudante da Universidade Federal Fluminense e poder apresentar o projeto como um Sistema Agroflorestal(SAF) de fato. Primeiro pelo reconhecimento institucional da direção do colégio e a Secretaria de Educação, depois por essa ser no momento um SAF porte intermediário com condições ecológicas amplamente favoráveis a reprodução da vida em seus diversos ciclos.
Durante os últimos anos pude acompanhar o crescimento do movimento de agroecologia em todo Brasil. Ganhando espaço na mídia, denunciando o nefasto modelo agroalimentar baseado na produção agroquímica que leva o veneno a mesa de milhares de pessoas e adoece grandes contigentes de trabalhadores. Seja pelo trabalho diretamente relacionado ou apenas pelo fato de se alimentar de produtos tão contaminados por substâncias tóxicas. Por outro lado o movimento de trabalhadores de diversos setores da sociedade se fortaleceu propondo e construindo soluções. Foi crescente também sua organização para atuação e notória produção de conhecimento na área de trabalho.
O nosso retorno ao trabalho ocorre pelo entendimento que é necessário o desafio de transformação do paradigma ainda majoritariamente ligado ao consumo agroindustrial. Fica aqui exposto o nosso auto desafio em retomar esse trabalho e tornar novamente a agroecologia uma frente de resistência e esperança no espaço do colégio para sonhar um futuro de um mundo sim utópico, porém completamente possível.
Contudo, ao longo desse hiato entre as postagens nesse espaço virtual, ocorreram alguns mutirões e trabalhos na agrofloresta. Mais do que nunca a Agrofloresta do CEPARL está forte e vigorosa. Foi especialmente gratificante receber um visitante estudante da Universidade Federal Fluminense e poder apresentar o projeto como um Sistema Agroflorestal(SAF) de fato. Primeiro pelo reconhecimento institucional da direção do colégio e a Secretaria de Educação, depois por essa ser no momento um SAF porte intermediário com condições ecológicas amplamente favoráveis a reprodução da vida em seus diversos ciclos.
Durante os últimos anos pude acompanhar o crescimento do movimento de agroecologia em todo Brasil. Ganhando espaço na mídia, denunciando o nefasto modelo agroalimentar baseado na produção agroquímica que leva o veneno a mesa de milhares de pessoas e adoece grandes contigentes de trabalhadores. Seja pelo trabalho diretamente relacionado ou apenas pelo fato de se alimentar de produtos tão contaminados por substâncias tóxicas. Por outro lado o movimento de trabalhadores de diversos setores da sociedade se fortaleceu propondo e construindo soluções. Foi crescente também sua organização para atuação e notória produção de conhecimento na área de trabalho.
O nosso retorno ao trabalho ocorre pelo entendimento que é necessário o desafio de transformação do paradigma ainda majoritariamente ligado ao consumo agroindustrial. Fica aqui exposto o nosso auto desafio em retomar esse trabalho e tornar novamente a agroecologia uma frente de resistência e esperança no espaço do colégio para sonhar um futuro de um mundo sim utópico, porém completamente possível.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Agrofloresta do CEPARL é notícia
Olá gente,
Após um longo período sem publicações voltamos. E dessa vez como notícia no Globo educação. Estamos muito felizes por esse reconhecimento.Segue o link com a matéria completa:
AGROFLORESTA DO CEPARL É NOTÍCIA NO O GLOBO
http://redeglobo.globo.com/globoeducacao/sou-professor/noticia/2014/02/projeto-agrofloresta-proposta-e-aproximar-adolescentes-da-natureza.html
Após um longo período sem publicações voltamos. E dessa vez como notícia no Globo educação. Estamos muito felizes por esse reconhecimento.Segue o link com a matéria completa:
AGROFLORESTA DO CEPARL É NOTÍCIA NO O GLOBO
http://redeglobo.globo.com/globoeducacao/sou-professor/noticia/2014/02/projeto-agrofloresta-proposta-e-aproximar-adolescentes-da-natureza.html
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Sabão ecológico no Alcina.
No dia 29 de maio de 2012, realizamos a experiência interdisciplinar de produzir sabão à partir de óleo de cozinha usado. O óleo é extremamente poluente e é comum seu descarte sem tratamento. A prática aqui realizada têm como proposta recolher o óleo e integrar as disciplinas de Geografia, Química e de projeto do Ensino Médio Inovador - Agricultura Urbana e Tecnologia Social.
A receita que utilizamos é simples:
Separamos uma amostra a pedido do Professor Denílson de Química e adicionamos a esta um copo americano de sal de cozinha comum.
1)Coleta e utilização do óleo descartado
2)Soda Cáustica. Somente Utilizada com Luvas!!! Este é o momento perigoso da experiência. É importante a precaução de usar luvas de borracha para evitar possíveis acidentes.
3)Mexe bastante... O tempo total de do processo é aproximadamente 1 hora. por isso é importante a participação de todos, para que a prática não se torne entediante.
4)Supervisão do Professor Denílson de Química.
Agora o sabão descansa para por fim ser utilizado.
Esperamos que tal experiência possa se repetir em outros colégios, por ser rica em aprendizado, ecológicamente equilibrada e socialmente responsável. Há estimativas de que 1 litro de óleo de cozinha em contato com água potável chega a contaminar 1 milhão de litros de água.
Grato a todos que participaram.
Abraços
A receita que utilizamos é simples:
- 10 Litros de óleo de cozinha usado
- 2kg de Soda Cáustica
- 2 litros de água fervendo
- 2 litros de Álcool
- Essência de Tangerina a gosto
Separamos uma amostra a pedido do Professor Denílson de Química e adicionamos a esta um copo americano de sal de cozinha comum.
1)Coleta e utilização do óleo descartado
2)Soda Cáustica. Somente Utilizada com Luvas!!! Este é o momento perigoso da experiência. É importante a precaução de usar luvas de borracha para evitar possíveis acidentes.
3)Mexe bastante... O tempo total de do processo é aproximadamente 1 hora. por isso é importante a participação de todos, para que a prática não se torne entediante.
4)Supervisão do Professor Denílson de Química.
Amostra diferenciadas usando sal no recipiente menor.
Agora o sabão descansa para por fim ser utilizado.
Esperamos que tal experiência possa se repetir em outros colégios, por ser rica em aprendizado, ecológicamente equilibrada e socialmente responsável. Há estimativas de que 1 litro de óleo de cozinha em contato com água potável chega a contaminar 1 milhão de litros de água.
Grato a todos que participaram.
Abraços
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Postado por Sérgio Pimentel, grande parceiro nesse projeto. Publicado em:
http://sitiopertodoceu.blogspot.com.br/2012/05/identificando-e-classificando-especies.html
Valeu a força Serginho!
Identificando e Classificando espécies vegetais nativas e exóticas em AGROFLORESTA urbana.
Identificar e
classificar espécies vegetais não são tarefas fáceis dadas à biodiversidade de
nossas espécies (nativas) e a quantidade grande de espécies exóticas bem
adaptadas em nosso território.
O sistema de
classificação utilizado ainda hoje tem como base os estudos de Car Von Linné
(Lineu – 1707 / 1778) que tem como base a observação, estrutura celular e
nutrição. Porém, quando se refere a espécies vegetais, a dificuldade aumenta
devido à variabilidade de espécies, a sinonímia, ao tempo que é necessário,
pois há necessidade de se acompanhar todo processo de crescimento e maturação
das espécies (crescimento, floração, frutos, sementes, textura de caule.)
Em nosso
trabalho tomamos por base os nomes populares e com o auxílio da internet e
apoio de literatura técnica especializada procuramos identificar as espécies
existentes na AGROFLORESTA urbana do Colégio Estadual Professora Alcina
Rodrigues Lima, localizado no bairro de Itaipu na cidade de Niterói RJ. Quando
não há informação nem sobre o nome popular o trabalho aumenta ainda mais o
nível de dificuldade, neste caso, a observação das partes existentes do vegetal
comparada com fotos em livros e sites especializados passa a ser a única
alternativa.
O espaço em
questão mede aproximadamente 1000 metros quadrados. É uma área
localizada nos
fundos da escola que tem sofrido ações construtivas, o local que até bem
pouco
tempo servia de espaço onde eram descartados os restos de obras
pretéritas hoje já esboça ser um espaço de aprendizado sobre o ambiente
que vivemos.
O trabalho está
sendo realizado por estudantes dos segundos e terceiros anos do Ensino Médio Inovador
no horário destinado as aulas de Iniciação Científica, Biologia, Geografia e
conta com o direcionamento e coordenação do professor de Biologia e Iniciação
Científica das turmas.
Foram
classificadas até o momento 30 espécies nativas e 10 espécies exóticas. O
trabalho está longe do fim, pois ainda há espécies que não foram classificadas.
Levando também
em consideração que o espaço ainda está em formação e recebe mudas diversas de
plantas doadas pela comunidade escolar podemos concluir que ainda há um longo
caminho a percorrer.
Por: Sérgio Pimentel
Referencias Bibliográficas
LORENZI, Henry – Árvores nativas
brasileiras – Volumes:1,2,3,
CASTRO,P.R.C., KLUGE,
R.A., PERES, L.E.P. - Manual de fisiologia vegetal.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Oficinas de Horta.




Em 2010 Realizamos algumas oficinas ligadas a agricultura urbana. Uma de muito sucesso foi a de horta orgânica. Organizamos uma horta escolar com fins educativos e agora ela participa de nossos processos pedagógicos. O resultado são atividades interdisciplinares ao ar livre, e em contato com a natureza. Uma experiência pedagógica muito gratificante.
Abraços
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Oficina de compostagem
Foi ministrada a oficina de compostagem com objetivo de difundir a técnicas de reciclagem do lixo orgânico em insumo(adubo) para as hortas que estão sendo trabalhadas no CEPARL. A técnica consiste em separar lixo orgânico proveniente da merenda escolar e transformá-lo em adubo de alta qualidade. Além do lixo orgânico do colégio contamos também com as folhas de árvores e o resultado é ótimo! Muito adubo e hortas altamente produtivas.
sexta-feira, 19 de março de 2010
Ensino médio inovador em Niterói no CEPARL
Agora o nosso colégio faz parte do Ensino médio Inovador ligado ao governo federal, fazemos parte do seleto grupo de escolas que desenvolvem propostas alternativas de educação no ensino médio e são financiadas diretamente pelo Ministério da educação MEC.
O projeto de agrofloresta foi fundamental nesse sentido, e retorna esse ano voltado para as práticas do ensino médio com uma ementa de disciplina eletiva aprovada, se trata da disciplina de: Jardinagem e agricultura urbana, que tem a proposta de integrar os conhecimentos ministrados no Ensino médio com oficinas e práticas pedagógicas diferenciadas. Essa disciplina será desdobrada durante o ensino médio inovador no segundo ano do EM como ecoturismo e coletores de sementes e no terceiro ano do EM como plantas medicinais e remédios fitoterápicos.
Dessa forma o projeto de mudas agora ganha nova força e em breve uma disciplina que poderá usar o espaço da agrofloresta plenamente.
Fotos do Mutirão de poda.

O projeto de agrofloresta foi fundamental nesse sentido, e retorna esse ano voltado para as práticas do ensino médio com uma ementa de disciplina eletiva aprovada, se trata da disciplina de: Jardinagem e agricultura urbana, que tem a proposta de integrar os conhecimentos ministrados no Ensino médio com oficinas e práticas pedagógicas diferenciadas. Essa disciplina será desdobrada durante o ensino médio inovador no segundo ano do EM como ecoturismo e coletores de sementes e no terceiro ano do EM como plantas medicinais e remédios fitoterápicos.
Dessa forma o projeto de mudas agora ganha nova força e em breve uma disciplina que poderá usar o espaço da agrofloresta plenamente.
Fotos do Mutirão de poda.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Receita contra o capim colonião

O capim colonião é uma praga que foi trazida da Àfrica durante a colonização brasileira e utilizado pelos religiosos Jesuítas como tentativa de produzir forragem para o gado bovino. Entretanto, aqui em terras brasileiras ele se tornou uma praga que coloniza terras degradadas não deixando espaço para a mata Atlântica de estrato inferior.
Para combater o colonião, a nossa receita é fazer um capina rente ao solo em um dia pós uma noite de lua cheia, pois assim a lua que atrai gravidacionalmente a seiva das plantas para o caule será praticamente totalmente perdida e depois disso consorciar o plantio de feijão guandu, abóboras e milho em ciclos. Assim que o colonião crescer novamente faça uma nova capina em lua cheia até que o guando projete sombra sobre ele pois sem o sol o capim colonião sucumbe. Isso dá certo é só testar.
Um abraço!
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
A agrofloresta emerge
No momento percebemos claramente que nossa agrofloresta já está em curso. Muitas espécies ja começam a surgir e há um início de produtividade além do aumento da biomassa. Há uma área que teve uma grande melhora na qualidade do solo e praticamente já está vencido o capim colonião. É uma sensação maravilhosa trabalhar com a natureza e ver que realmente o trabalho está acontecendo.
Nosso primeiro SAF(sistema agroflorestal)
o
Evolução do feijão guando criando sombra que impede o crescimento vertiginoso do capim colonião.

Ambiente modificado com melhora da qualidade do solo.

Crescimento de estrato sombreado com grande evolução de mamão, banana e abóboras

Abóboras tomam o espaço do capim colonião e dão um colorido com bela estética ao ambiente
Nosso primeiro SAF(sistema agroflorestal)
o

Evolução do feijão guando criando sombra que impede o crescimento vertiginoso do capim colonião.

Ambiente modificado com melhora da qualidade do solo.

Crescimento de estrato sombreado com grande evolução de mamão, banana e abóboras

Abóboras tomam o espaço do capim colonião e dão um colorido com bela estética ao ambiente
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Divulgação do trabalho!
O trabalho desenvolvido na agrofloresta foi divulgado no site do estado do Rio de Janeiro destinado a educação. Veja a matéria em:
http://www.conexaoprofessor.rj.gov.br/especial.asp?EditeCodigoDaPagina=2715
Postem seus comentários sobre essa divulgação
Grato
http://www.conexaoprofessor.
Postem seus comentários sobre essa divulgação
Grato
sábado, 24 de outubro de 2009
Arte ecológica na escola!
Estamos desenvolvendo trabalhos artísticos com a temática agroflorestal. Esse é um trabalho desenvolvido pela Professora de Artes Moni Cahui e que faz que o senso estético dos alunos perceba, contemple e faça arte com a natureza!!!
O que vemos nas fotos é o resultado de uma atividade bimestral, realizada em classe, nas aulas de Artes, com os alunos do sétimo (702, 704), oitavo (801, 803, 804) e nono (904) ano do ensino fundamental do Colégio Estadual Professora Alcina Rodrigues Lima, que teve a natureza como tema principal.
Essa atividade partiu do princípio de que: do passado à atualidade a natureza exerceu papel fundamental na criação artística, atuando sempre (direta ou indiretamente) como ponto de partida na inspiração do artista.
Dessa maneira, foi uma grande riqueza ter a natureza como tema de aula, pois além de permitir ao aluno imaginar e conhecer diferentes ideais de manufatura artística de épocas e culturas distintas; permitiu que se refletisse temas como: as mudanças ocorridas no nosso meio ambiente, a importância da preservação da natureza, o crescimento das cidades, etc.; conscientizando o aluno da grande importância que tem a natureza em nossas vidas.
Para melhor compreensão (por parte do leitor do blog) de como essa atividade se desenvolveu em sala de aula, abaixo disponibilizamos algumas de suas fases:
- Observação da natureza a nossa volta, inspirando nela para se compor uma “obra” como os artistas o fizeram (e ainda o fazem).
- União de todas essas “obras” em um único trabalho plástico.
- Reflexão do trabalho elaborado pela turma, contextualizando-o.
- Elaboração (por parte de cada aluno) de um texto inspirado no trabalho da turma.
- Digitação do texto elaborado, no laboratório de informática.
- Criação de uma imagem para cada texto.
- União de todos os textos e imagens, confeccionando um “livro”. (por Mônica Cahuí.)


O que vemos nas fotos é o resultado de uma atividade bimestral, realizada em classe, nas aulas de Artes, com os alunos do sétimo (702, 704), oitavo (801, 803, 804) e nono (904) ano do ensino fundamental do Colégio Estadual Professora Alcina Rodrigues Lima, que teve a natureza como tema principal.
Essa atividade partiu do princípio de que: do passado à atualidade a natureza exerceu papel fundamental na criação artística, atuando sempre (direta ou indiretamente) como ponto de partida na inspiração do artista.
Dessa maneira, foi uma grande riqueza ter a natureza como tema de aula, pois além de permitir ao aluno imaginar e conhecer diferentes ideais de manufatura artística de épocas e culturas distintas; permitiu que se refletisse temas como: as mudanças ocorridas no nosso meio ambiente, a importância da preservação da natureza, o crescimento das cidades, etc.; conscientizando o aluno da grande importância que tem a natureza em nossas vidas.
Para melhor compreensão (por parte do leitor do blog) de como essa atividade se desenvolveu em sala de aula, abaixo disponibilizamos algumas de suas fases:
- Observação da natureza a nossa volta, inspirando nela para se compor uma “obra” como os artistas o fizeram (e ainda o fazem).
- União de todas essas “obras” em um único trabalho plástico.
- Reflexão do trabalho elaborado pela turma, contextualizando-o.
- Elaboração (por parte de cada aluno) de um texto inspirado no trabalho da turma.
- Digitação do texto elaborado, no laboratório de informática.
- Criação de uma imagem para cada texto.
- União de todos os textos e imagens, confeccionando um “livro”. (por Mônica Cahuí.)


sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Oficina de reutilização de garrafas pet para produção de mudas
Fizemos uma pequana atividade com os alunos reutilizando garrafas pet para a produção de mudas. Até o momento, apenas separamos e recortamos as garrafas que virariam lixo transformando-as em recipientes para comportar mudas. É uma das poucas utilizações simples que o mateiral altamente poluente de garrafas pet, tão largamente utilizado por nossa sociedade pode ter. Gostamos de pensar que desta garrafa que se tornaria lixo sairá uma árvore que dará sombra, frutos e água para todos. Vamos inventando outras soluções...
Grande abraço!

Grande abraço!
sábado, 26 de setembro de 2009
Composteira Móvel
Olá gente!
Depois de fazermos muito adubo orgânico com o lixo orgânico do colégio, agora estamos tomando a estratégia de mudar a composteira de lugar pois assim mais pontos do terreno são beneficiados além de tornar mais fácil o manejo e utilização. É uma idéia muito simples, mas que funciona de forma muito interessante se utilizada estratégicamente. Ao decorrer da experiência a idéia é que o que era "lixo" se torne "solo" ajudando ainda mais a agrofloresta. A dica para acabar com o possível mal cheiro é acrescentar composto pronto, ou folhas de árvores, e regar a vontade. É importante que a composteira não fique com a fama de fedorenta na comunidade escolar, e é muito fácil evitar o mal cheiro.

Depois de fazermos muito adubo orgânico com o lixo orgânico do colégio, agora estamos tomando a estratégia de mudar a composteira de lugar pois assim mais pontos do terreno são beneficiados além de tornar mais fácil o manejo e utilização. É uma idéia muito simples, mas que funciona de forma muito interessante se utilizada estratégicamente. Ao decorrer da experiência a idéia é que o que era "lixo" se torne "solo" ajudando ainda mais a agrofloresta. A dica para acabar com o possível mal cheiro é acrescentar composto pronto, ou folhas de árvores, e regar a vontade. É importante que a composteira não fique com a fama de fedorenta na comunidade escolar, e é muito fácil evitar o mal cheiro.
domingo, 30 de agosto de 2009
Primeirra Safra de feijão guandu(Cajanus caja)
No mutirão do dia 28/08/2009 desenvolvemos ainda a atividade de coleita, debulhamento de favas e seleção de sementes. A safra foi fantástica! (em breve com o peso) e a seleção de sementes proporcionou o diálogo sobre biodiversidade com sensibilização ambiental. Além de ser uma atividade muito divertida, e com grande participação dos alunos, contribuindo para o aumento do interesse sobre questões ambientais. Ótima atividade para ser trabalhada com turmas de ensino fundamental.





Abraços agroecológicos!
Gustavo Motta
Abraços agroecológicos!
Gustavo Motta
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Construção do Viveiro parte 2
Hoje dia 28 de agosto de 2008 realizamos um mutirão intenso, e bem sucedido. Com a colaboração de todos, desenvolvemos várias atividades, a mais importante foi a contrução da segunda parte do viveiro agroflorestal de mudas. Agora o viveiro já é uma realidade, e já abriga algumas epécies de árvores nativas e outras de frutíferas, com algumas espécies raras(ameaçadas de extinção) como o Jatobá. A idéia é que ele se torne um polo de produção de mudas para o reflorestamento social. É um orgulho do colégio e também um orgulho para os alunos que o construiram com muita dedicação e aplicação prática de conhecimentos. Em especial destacamos o ótimo desempenho da Turma 903 na realização desse feito.
Com a produção de mudas que será realizada nesse espaço pretendemos valorizar a biodiversidade local, da Serra da Tiririca e outros ecossistemas da região oceânica de Niterói, e tornar possível a produção de árvores para distribuição biogeográfica a ser realizada pelos alunos em seus espaços de convívio social e outros onde urge a necessidade de preservar e recuperar o tão degradado bioma da Mata Atlântica. Em trabalho análogo estamos plantando mudas de espécies frutíferas que almejam ser fonte de alimentos além de todos os benefícios do plantio de árvores. Assim segue o nosso trabalho na pequena agrofloresta pensando em reinventar a educação no século XXI.
Um grande abraço a todos!




Com a produção de mudas que será realizada nesse espaço pretendemos valorizar a biodiversidade local, da Serra da Tiririca e outros ecossistemas da região oceânica de Niterói, e tornar possível a produção de árvores para distribuição biogeográfica a ser realizada pelos alunos em seus espaços de convívio social e outros onde urge a necessidade de preservar e recuperar o tão degradado bioma da Mata Atlântica. Em trabalho análogo estamos plantando mudas de espécies frutíferas que almejam ser fonte de alimentos além de todos os benefícios do plantio de árvores. Assim segue o nosso trabalho na pequena agrofloresta pensando em reinventar a educação no século XXI.
Um grande abraço a todos!
sábado, 8 de agosto de 2009
Gripe suína paralisa rede estadual de educação RJ
Estamos sem aulas, que estavam previstas para o retorno em 3/08/2009. Agora a previsão de retorno da rede é de dia 17/08/2009. O temor de que a gripe pudesse se alastrar pela rede estadual levou a secretaria de educação a adiar o retorno as aulas. Este é um bom momento para refletirmos sobre por que seu nome é gripe suína. Certamente esta nova doença eve início em um criadouro de porcos industrial do tipo factory farm. Em breve tornaremos esse debate agroecológico.
Abraços
Abraços
quarta-feira, 29 de julho de 2009
Calendário lunar 2009
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Podas e ciclo lunar

Representação simplificada das fases lunares
O movimento da Lua acompanha a numeração. Em 1: nova,
3: crescente, 5: cheia e 7: minguante. Terra e Lua não estão em escala.
A órbita lunar é vista "de cima", como se estivéssemos sobre o pólo norte.

Um trabalho de consciência ambiental muito importante é a força da Lua no ciclo natural das plantas. O mais importante nesse momento para a agrofloresta é a força da lua nas podas. Qualificando em dois tipos de poda utilizando a força da Lua.
Poda de Lua nova. Excelente para árvores que estamos cultivando. A noite de lua nova é quando ocorre a renovação da seiva na raiz da planta, a perda de água para o meio é mínima, e a planta terá seu crescimento otimizado com as próximas fases do ciclo: crescente e cheia. O resultado é ótimo e a orientação para a poda das árvores é sempre cortar os galhos doentes e que "apontam para baixo". Pois dessa forma é possível auxiliar o crescimento da árvore de forma mais vigorosa e frutífera.
Poda de Lua cheia. Excelente força na luta contra o capim colonião. O capim colonião é uma espécie agressiva que tentamos controlar para a melhoria da agrofloresta. A noite da lua cheia é quando a maior parte da água está na pare superior do vegetal. Nesse momento a poda no caule do capim próximo a raiz faz com que ele perca boa quantida de água e sofra com a lua minguante na semana seguinte. O resultado é que a capina em lua cheia tem fortes consequências sobres as espécies combatidas e facilita o crescimento das plantas amigas que competem com o colonião.
Na prática essa aula faz com que os educandos observem não somente a lua como também se tornem mais sensibilizados com a natureza, e sintam que são parte do universo.Assim como a lua influência a vida das plantas também influencia marés, o nosso corpo e dos animais. Os alunos são estimulados a curiosidade e a pesquisa pessoal sobre o tema aplicando esse conhecimento escolar muitas vezes considerado chato nos livros escolares de forma prática e instigante com o estímulo a observação da natureza naquele dia e no período que se sucede sempre observando onde está a terra em seu percurso anual em torno do sol.
A combinação desse elementos auxilia o planejamento agroflorestal e usa o conhecimento escolar em auxílio do meio ambiente e da preservação ambiental no cotidiano dos alunos.
Fontes de imagens:
http://www.coladaweb.com/astronomia/tempoastronomico_arquivos/image001.jpg
http://queerasus.files.wordpress.com/2007/11/fases-da-lua02.jpg
www.universalocean.es/...//marea-ciclo-lunar.jpg
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Banheiro seco
Uma das necessidades que teremos para o século XXI é o desenvolvimento de tecnologias que sejam limpas, ou seja, que não queimem combustíveis fósseis ou emitam resíduos. É perfeitamente possível transformar resíduos poluentes em adubos ou produtos secundários como o caso do óleo de cozinha que pode ser facilmente transformado em sabão ou detergente. O banheiro seco é uma das mais simples e fantásticas tecnologias. Ele é usa as fezes humanas(sem urina) e as transforma em adubo de alta qualidade contribuindo muito para a despoluição das redes de esgoto. Não tem cheiro, é ecológico, simples de fazer e gera adubo.
Este banheiro seco que estamos expondo foi fotografado em uma visita ao IPEMA em Ubatuba SP.
Um grande abraço!

Este banheiro seco que estamos expondo foi fotografado em uma visita ao IPEMA em Ubatuba SP.
Um grande abraço!
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Manual de agricultura urbana
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Olá gente! Conforme a última postagem estou postando agora o calendário lunar de 2009 como forma de ajudar o planejamento agroflorestal. Se...
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